A exibição do principal jornal da emissora dos bispos, o “Jornal da Record”, exibido na noite desta última sexta-feira, 8 de março, obteve o terceiro lugar isolado no ranking de audiências da TV aberta.
De acordo com dados prévios da Grande São Paulo, a atração registrou média de 4.8 contra 10.1 do SBT e 24.4 da Globo. Cada ponto no Ibope representa 62 mil domicílios. Dados que servem como referência no mercado publicitário.
Estes índices são prévios e podem sofrer alterações no consolidado, para mais ou para menos.
O “Programa do Ratinho”, exibido na noite desta sexta-feira (8) pelo SBT, garantiu a vice-liderança para a emissora de Silvio Santos.
Segundo dados do Ibope, o “Programa do Ratinho” obteve a média de 5.1 pontos. No horário, a Globo liderou com 31.8 pontos, a Record garantiu 5.0 pontos de média, a Band ficou em quarto lugar com 1.8 ponto e a Rede TV! registrou 0.7 ponto de média.
Cada ponto representa 62 mil domicílios na Grande São Paulo. Os números acima são prévios e podem sofrer alterações no consolidado.
A jornalista Sonia Abrão afirma que o primo, o cantor Chorão (foto), reclamava de solidão durante os shows, com a família ou na presença de amigos. Entrevistada por José Luiz Datena no programa “Manhã Bandeirantes”, da Rádio Bandeirantes (AM 840 kHz e FM 90,9 MHz - São Paulo/SP), ela revelou que Chorão vivia uma fase difícil desde a separação da mulher.
Seguem as principais declarações de Sonia Abrão:
“O que me derruba é saber que a gente nasce sozinho e morre sozinho. Ele morreu sozinho. E ele falava isso: ‘eu estou no palco, eu estou cantando para uma multidão e estou me sentindo sozinho lá em cima. Depois eu vou para um hotel, eu estou sozinho, depois eu estou em um avião, eu estou sozinho. Não adianta ter gente do meu lado, eu me sinto sozinho” (clique aqui e ouça o áudio)
“Eu acho que ele estava em um processo depressivo. A gente sempre apostou mais no amor dele à vida, porque ele amava a vida, amava o que ele fazia. Ele viveu intensamente”.
“Meu primo chegou aqui agora e disse que o Chorão falou para ele na semana passada que queria encontrar com o pai dele, o meu tio que morreu há dez anos. Parecia que ele estava desistindo”.
“Ele não conseguiu superar o fim do casamento dele também, foi uma bola de neve mesmo”.
“O sucesso, a profissão, os fãs, a música foi o que segurou muito ele. Ele era um transgressor no palco, irreverente, bem doidão mesmo, mas em relação à família ele era muito conversador. Ele sempre cuidou de todo mundo da família. Então a gente achou que essas âncoras seriam suficientes para ajudá-lo a superar tudo isso, mas não foram”.
A rádio "Nativa FM" voltou a operar, a emissora estava fora do ar a quase 12 dias. Segundo informou um dos fucionarios, a emissora estava passando por manutenção e por isso ficou fora do ar.
O Brasil ainda vivia a euforia pela conquista do tetra campeonato de futebol quando na extinta Rede Manchete de Televisão uma “revolução narrativa” foi apresentada para uma geração sedenta por novidades. Dia 1º de setembro de 1994 estreou Cavaleiros do Zodíaco no país mudando para sempre o panorama da cultura pop japonesa por aqui.
Graças ao estrondoso sucesso de Seiya (“e os outros”) diversos animes começaram a pipocar pelos canais de TV, revistas, lojas de brinquedos, ou qualquer mídia que conseguisse faturar uns bons trocados em cima dos desenhos japoneses. O próprio senso estético para quadrinhos no Brasil começou a mudar a partir daí.
É bem verdade que não foi o primeiro sucesso nipônico que emplacou aqui na TV brasileira, mas também é fácil perceber que graças ao sucesso de Cavaleiros pudemos assistir outros nomes que também cativaram gerações de fãs por aqui como Dragon Ball Z, Yu Yu Hakusho, Sailor Moon ou Pokémon.
A data é especial. A “maioridade simbólica” abre caminho para muitas discussões sobre a importância desse “acaso comercial”, que num momento de dificuldades financeiras da Manchete se tornou o carro chefe da programação. A ponto de ser escalado no horário nobre de domingo – não era pouca coisa.